Quinta-feira, 03.12.09

Vídeo da versão teatral d'"As Investigações de Filipe Seems". Com Kalaf, Marco d'Almeida e Sandra Celas. Música de Armando Teixeira, desenho em tempo real de António Jorge Gonçalves, realização de Pedro Macedo e Pedro Rodrigues, produção Bus / PF.

 

 

 


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Quinta-feira, 26.11.09

Vídeo da versão teatral d'"As Investigações de Filipe Seems". Com Kalaf, Marco d'Almeida e Sandra Celas. Música de Armando Teixeira, desenho em tempo real de António Jorge Gonçalves, realização de Pedro Macedo e Pedro Rodrigues, produção Bus / PF.

 

 

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Quinta-feira, 19.11.09

Vídeo da versão teatral d'"As Investigações de Filipe Seems". Com Kalaf, Marco d'Almeida e Sandra Celas. Música de Armando Teixeira, desenho em tempo real de António Jorge Gonçalves, realização de Pedro Macedo e Pedro Rodrigues, produção Bus / PF.

 

 

 

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Quinta-feira, 12.11.09

Vídeo da versão teatral d'"As Investigações de Filipe Seems". Com Kalaf, Marco d'Almeida e Sandra Celas. Música de Armando Teixeira, desenho em tempo real de António Jorge Gonçalves, realização de Pedro Macedo e Pedro Rodrigues, produção Bus / PF.

 

 

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Quinta-feira, 05.11.09

Vídeo da versão teatral d'"As Investigações de Filipe Seems". Com Kalaf, Marco d'Almeida e Sandra Celas. Música de Armando Teixeira, desenho em tempo real de António Jorge Gonçalves, realização de Pedro Macedo e Pedro Rodrigues, produção Bus / PF.

 

 

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Terça-feira, 03.11.09

Hoje, 3 de Novembro de 2009, é o dia do lançamento da caixa com a trilogia das Aventuras de Filipe Seems. A caixa inclui ainda o DVD do espectáculo Conspiração, que estreámos no Teatro Aberto em 2004 e com o qual fizemos uma mini-digressão que nos levou ao Teatro Viriato, em Viseu, à Casa das Mudas na Madeira e, por fim, ao Teatro Estefânia, em Lisboa, onde gravámos, com produção da Bus e realização de Pedro Macedo, a versão que agora está disponível nesta edição especial. Na primeira versão, Filipe Seems era Nuno Lopes, na digressão e versão gravada, Filipe Seems é Marco d'Almeida. As personagens femininas são figuradas pela Sandra Celas e o alter ego narrador de Filipe é o Kalaf. A música é de Armando Teixeira e a direcção de movimento de Amélia Bentes. A voz da Real TV é da Teresa Pina. O desenho em tempo real era, claro, do António Jorge Gonçalves, e o desenho de luz do Ricardo Campos. A folha de sala do espectáculo tinha o seguinte texto:

 

" CONSPIRAÇÃO

UMA INVESTIGAÇÃO DE FILIPE SEEMS
 
“As histórias que se percebem é porque são mal contadas”
Bertold Brecht
 
“un poéte doit laisser des traces de son passage, non des preuves, seules les traces font rêver”
René Char
 
“A verdade é que não sei viver sem ser literariamente. Imaginando uma Conspiração, que desconheço e me inclui.”
Filipe Seems
 
Os aborígenes australianos guiavam-se por canções – songlines. Um canto constituía um mapa e um indicador de direcções. O mundo estava povoado de sonhos e para encontrar o trilho do seu sonho um homem tinha de seguir sempre um determinado canto – a sua songline.
Na Cidade Contemporânea estamos cercados de ecrãs multiplicadores de imagens e histórias que nos fazem perder da nossa história pessoal e do nosso desejo.
No centro do excesso das imagens e das ficções é urgente um lugar para o nosso corpo e um tempo para o segreedo do vodu – que das imagens despoleta o desejo e faz encontrar o trilho do sonho e a sua songline.
 
CONSPIRAÇÃO
  1. Sonho (introdução)
  2. O que é o desejo?
  3. Filipe Seems, contador de histórias
  4. A Cidade
  5. Ana Lógica
  6. A neve que nunva vimos
  7. No more images
  8. Duende e dança
  9. Conspiração
  10. Onde estou quando no sonho estou
  11. O segredo do vodu
Conspiração é a versão teatral da série de Banda Desenhada “As Investigações de Filipe Seems”:
ANA, Ed. ASA, 1993
A HISTÓRIA DO TESOURO PERDIDO, Ed. ASA, 1994
O TRIBO DOS SONHOS CRUZADOS, Ed. ASA, 2003"
 
É o fim de uma aventura que começou, à maneira clássica da banda desenhada, com a publicação de uma página por semana, em continuação, no início de 1992, no jornal SE7E. Do jornal passámos para os álbuns, dos álbuns para a peça de teatro, da peça de teatro para a edição vídeo. Para fechar o ciclo, e sempre no mesmo espírito, aqui fica, também em continuação, a Conspiração.
 
 
 

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Sexta-feira, 23.10.09

No âmbito da edição deste ano da Experimenta Design e do seu mote "It's About Time" e a convite da Guta Moura Guedes fui o anfitrião da Open Talk inaugural e apresentei o recital As Passagens do Tempo, no Museu da Electricidade, com o apoio da Fundação EDP.

O tema era o Tempo e as suas Ficções. Para a conferência convidei o Filipe Homem Fonseca, o Pedro Gadanho e o João Lopes que, não podendo estar presente, gravou este depoimento.

O recital tinha como ponto de partida os textos do meu livro As Passagens do Tempo, e reuniu os actores Marco d'Almeida, Rui Morisson e Sandra Celas, a música de Armando Teixeira (toda produzida com um instrumento chamado tenorion), o desenho de luz do Ricardo Campos e as imagens e desenho em tempo real do António Jorge Gonçalves, e eu próprio, como mestre de cerimónias.

Sempre me pareceu que a criação e escrita de ideias se desdobra em dois momentos: a escrita propriamente dita e a performance a partir dessa escrita. Escrever na época contemporânea é, à semelhança de ser músico, compor e editar primeiro, e actuar ou representar em público depois. Eu que não tenho talento musical, mas adoro música, sempre admirei a capacidade dos músicos tocarem em conjunto e improvisarem: o lado irrepetível da performance, com a inspiração e o erro do momento. E sempre pensei nos escritores como músicos incompletos, à procura de uma outra espécie de música, pelo meio das palavras. Ler em público, com outros actores e artistas, ou mesmo falar, conferenciar, debater, é o jazz, a jam session de quem escreve.

Foi isso que procurei fazer nos dois momentos da minha participação no It's About Time da EXD'09 Lisboa.

Aqui ficam as fotos e o guião (gosto mais de "argumento", ou mesmo do brasileiro "roteiro") do recital.

Uma nota final para agradecer ao Delfim Sardo ter-me contado a história do Man Ray.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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